Tardes de Matemática Porto - (Des)proporcionalidade em Sistemas Eleitorais

19/05/2018 a 19/05/2018 Porto

Orador: Paulo B. Vasconcelos, CMUP & FEP.UP 

Resumo: Nas eleições legislativas de 2015 foram precisos 50.623 votos para um deputado ser eleito pelo círculo de Portalegre e 40.321 para eleger um por Setúbal.
Mas então o que se passa? Um Portalegrense valerá menos do que um Setubalense?
Já agora, no Porto foram precisos mais 360 votos por deputado eleito do que em Lisboa; Portuenses e Lisboetas também não têm igual peso na constituição da Assembleia da República. Vamos abordar a matemática por detrás dos sistemas eleitorais, com enfoque no caso Português.
O objetivo é:
1. Expor os sistemas eleitorais mais usados no mundo
2. Expor o método (proporcional) D'Hondt
3. Discutir porque é que nem sempre o partido mais votado tem mais mandatos!
4. Discutir porque é que são necessários mais votos para eleger um deputado de um círculo eleitoral com menos eleitores!

 

19 de maio | 17h00

FNAC Santa Catarina, Porto

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Publicado/editado a 03/05/2018